Bernardo López Valenzuela

El horno de Apolo

En aldeas del desierto chileno, 250 familias están felices de que el sol cocine su carne de cabra. El Programa de Desarrollo de la ONU pagó 110 dólares por la madera para construir cada uno de los hornos solares. El combustible es gratuito; la contaminación, nula. Las mujeres pueden pasar tiempo con sus niños en vez de recolectando madera. Solar Cookers International estima que entre uno y dos millones de hornos solares se encuentran en aldeas, campos de refugiados y ciudades soleadas.

Están por llegar más. Este año, Jon Bøhmer, un noruego que vive
en Kenia, ganó un premio “verde” de 75 000 dólares por idear una versión de horno de caja de cartón (der.), de siete dólares, que puede desinfectar agua y cocer alimentos. Ahora está trabajando para distribuir 10 000 hornos igual de baratos, pero más durables por ser de plástico.

Los escépticos podrían cuestionar si el sol es capaz de terminar un platillo. Pregúntale a Michaela Borghese, chef de repostería en Washington, D. C. Ella perfecciona su técnica solar para realizar demostraciones en el mundo en desarrollo. Después de una hora en el HotPot, sin revolver, su polenta (abajo) quedó cremosa y exquisita. Y deberías probar su mantequillosa Linzer Torte solar.—Marc Silver

 

 

 

Un sobrio horno solar de caja,  favorito de los adeptos al hágalo usted mismo desde los años setenta, es fácil de armar. En un día de junio casi totalmente soleado, este alcanzó y mantuvo 90 ºC, suficiente para pasteurizar agua. Fotos de Rebecca Hale.

Un sobrio horno solar de caja, favorito de los adeptos al hágalo usted mismo desde los años setenta, es fácil de armar. En un día de junio casi totalmente soleado, este alcanzó y mantuvo 90 ºC, suficiente para pasteurizar agua. Fotos de Rebecca Hale.

 

 

 

Fuente: <a href="http://ngenespanol.com" target="_blank"> National Geographic en Español</a>

Fuente: National Geographic en Español

 

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Aiman
Aiman dijo : Formanski, Sabemos que em alguns acesptos as civilizae7f5es anteriores je1 foram mais desenvolvidas que a nossa .c9 preciso detalhar o que entendemos por desenvolvida;E o que seria o mais ou o menos? Em que aspecto?Pois isso pode nos remeter a valores morais.A tribo x poderia ser mais naquilo ou nisso, mas podiam sacrificar vidas humanas em rituais. E que crite9rio vamos usar?Eu acredito que existem civilizae7f5es adequadas e inadequadas do ponto de vista produtivo.Hoje, nossa civilizae7e3o e9 inadequada para atender e0 demanda de 7 bilhf5es de pessoas, por isso tere1 que se adequar. Isso e9 uma necessidade be1sica, o que podemos chamar, de negf3cio, de mercado de sobreviveancia.Isso ne3o envolve em nenhum momento acesptos e9ticos ou morais.Por isso, que acho que nem o conhecimento, nem a tecnologia, nem o piloto autome1tico nos levare1 a uma civilizae7e3o mais humana.Podemos dizer que existem termf4metros, digamos, que podemos definir como valores humanos e da relae7e3o do homem com a natureza, que, independente da adequae7e3o pre1tica, pode estar baixo ou alto.Ou seja, uma sociedade que respeita as pessoas, seus visitantes, a natureza, os animais, teria um termf4metro humano mais alto e outras que ne3o respeitam, mais baixo, a partir de uma determinada filosofia.O ideal e9 alinhar este termf4metro de respeito ao ambiente em torno e0 adequae7e3o produtiva, e9 o que se tenta hoje com a tal sustentabilidade .Um equiledbrio difedcil, que nos obrigaria a ter outras formas de pensar sobre quem somos e o que queremos para o mundo.Note que hoje esse termf4metro ne3o existe e nem este1 na fore7a motriz das fore7as produtivas.Estare1? A humanidade cria algo novo ou apenas se recorda? Acredito que para criar algo novo, e9 preciso recordar. E quem ne3o se recorda dificilmente vai criar algo novo, pois nem sabe quais as fronteiras existem, o que este1 ainda por descobrir.Quais se3o os dilemas em aberto para que ele possa se debrue7ar?c9 preciso muito estudo para se chegar na ponta.Sim, hoje temos descobertas totalmente novas, a partir da recordae7e3o, que e9, no fundo, a leitura de registros, em documentos, escritos por quem je1 passou. A realidade sempre foi a mesma, nf3s e9 que ainda ne3o conhecemos o suficiente para perceber? .Essa e9 uma f3tima discusse3o filosf3fica.Tem gente que acha que existe uma verdade fanica.E tem gente que acha que nunca chegaremos le1, que sempre havere1 o lado de fora do aque1rio e tudo e9 provisf3rio.A ideia do Aque1rio e9 do Gleiser.Recomendo, nesta linha, o livro:Marcelo Gleiser â??Criae7e3o Imperfeitaâ??Um cara que ajuda tambe9m e9 o Thomas Kuhn As Revolue7f5es Cientedficas , que lembra que a Cieancia ne3o e9 feita de evolue7f5es, mas de rupturas. E o que descobrimos hoje, em parte, elimina tudo que pense1vamos anteriormente.O aque1rio e9 um, amanhe3 podemos ter outra noe7e3o dele mesmo.Ele muda?Ne3o, apenas nossa percepe7e3o.Mas como nunca poderemos chegar ao todo, trabalhamos com a vise3o parcial do aque1rio, a partir dos recursos que temos hoje.Assim, e9 um jogo diale9tico.Sempre sere1 um processo, pois sempre havere1 o que descobrir.Podemos ainda trabalhar em realidades diferentes, descobrir, como viagem total, que cada pessoa, tem um tipo de cognie7e3o especedfica que nunca conseguire1 chegar ao que o outro chegou?E aed?Mentes abertas, apena isso, nos leva adiante.Pore9m, he1 conceitos bases que definem um modo de pensar de uma e9poca, como foi o da a Terra e9 o centro do Universo .Quando mudou esse conceito, podedamos ne3o estar mais sozinhos, Deus teria criado outras Terras? etc..ou seja, abre-se um conjunto de perguntas, de uma caixa que estava fechada.E nos leva a uma ruptura e a um novo patamar.Imagina se um cientista consegue uma me1quina que fale com espedritos e que realmente seja comprovado que exista um possedvel mundo de almas e uma vida apf3s a morte?(Os estudos espedritas que o Fe1bio se referiu no nosso faltimo encontro.)Muita coisa mudaria, inclusive, essa tara pelas religif5es, as pessoas se sentiriam mais livres, pois poderia se saber mais sobre o mundo pf3s-morte.Ou seja, ne3o acredito que exista, pois nada comprovou isso, mas ne3o quer dizer que ne3o possa existir.Sou ce9tico, mas ne3o fechado para ler, me informar, ouvir, dialogar.Pore9m, quero algo mais concreto do que um filme na tevea, por exemplo.Ou se descobrirmos que existe um mundo paralelo e tivermos uma me1quina na qual poderedamos ir para tre1s e para frente no tempo?Ou que prove1ssemos que o universo e9 uma ce9lula dentro de um gigante, que e9 uma ce9lula dentro de outro gigante, que este1 dentro do nosso corpo, em uma espe9cie de cubos, dentro de cubos, e fora de cubos?Portanto, ne3o acredito numa verdade a ser descoberta, mas na nossa (in) capacidade de criar medie7f5es para nos aproximarmos das verdades provisf3rias.c9 o nosso limite.E um pare2metro para podermos ir tocando a vida.O que nos leva ao qual e9 o nosso papel no mundo e como podemos desempenhe1-lo de tal forma a bem viver (com serenidade e respeito ao prf3ximo) e ajudar aos outros contempore2neos e futuros contempore2neos nessa mesma estrada?Respondeu?Diga aed Abrae7os,Nepf4.
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09/05/2012 a las 01:44 AM → Responder

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